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domingo, 27 de julho de 2014

Folha de São Paulo vai ajudar Dilma a cometer crime eleitoral

A Folha de São Paulo, que vem atacando a Oposição com fúria nos últimos dias, com manchetes sensacionalistas, informa que a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) será sabatinada na próxima segunda-feira (28) no evento da parceria entre Folha, UOL (ambos do Grupo Folha), SBT e rádio Jovem Pan. 

Agora pasmem! Escandalizem-se! A sabatina será realizada no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidente, em Brasília, e terá transmissão ao vivo no UOL e no site da Folha. Não haverá público. Não haverá território neutro. Será em horário de expediente. Obviamente, em território da presidente, também não haverá perguntas embaraçosas ou o insistente assédio dos entrevistadores, como nas entrevistas anteriores.

Os rivais da presidente na eleição, o ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foram sabatinados nos últimos dias 15 e 16, respectivamente. Não foram entrevistados nas suas residências. Campos e Aécio foram sabatinados no Teatro Folha, em São Paulo. E foram duramente questionados pelos jornalistas, algumas vezes até de forma mal educada. Mas o problema também não é esse. O que de fato é relevante é que Dilma Rousseff, com a concordância dos órgãos de imprensa envolvidos, está cometendo um flagrante crime eleitoral.

Ao ser transmitido pela TV Folha, pela Jovem Pan e com cobertura ao vivo pela internet, a entrevista vira um ato público. A lei só permite que a residência oficial seja usada " para realização de contatos, encontros e reuniões pertinentes à própria campanha, desde que não tenham caráter de ato público". Se uma sabatina com a Imprensa, com transmissão ao vivo, não é ato público, o que seria?

Com a palavra as assessorias jurídicas dos partidos de Oposição. Com a palavra o "jornalismo ético" da Folha de São Paulo.

sábado, 26 de julho de 2014

Enlameado pelo mensalão, PT esconde nome, cores e símbolo do partido - para enganar o eleitor


O tiro de largada foi dado pela ex-fuzileira clandestina e envergonhada Dilma Rousseff, que transformou o símbolo do PT em um reles pingo no "i", só para disfarçar. Nisso foi seguida pela sua Gilberta Carvalho, Gleisi Hoffmann(PR), que adotou o mesmo estratagema. O símbolo do PT na marca da paranaense também vira um envergonhado pingo no "i". No segundo "i". Tarso Genro(RS), o poeta onanista, então, perdeu completamente o decoro petista: nem mesmo a estrela usa na logomarca da sua campanha. Agnelo(DF), aquele do superfaturamento de mais de R$ 400 milhões no Mané Garrincha, segue na mesma trilha e esconde a estrelinha lá no canto, acima do número. Padilha (SP), o lobista da Labogen, é um primor, coloca a estrela em branco, não em vermelho, dentro de um símbolo geométrico e usa o verde como cor predominante na sua campanha. Lindbergh (RJ), o petista rejeitado pela Dilma, também apaga o nome do partido da sua marca, mas pelo menos bota o 13 dentro de uma estrela. Pimentel (MG), o consultor das consultorias inexistentes, mostra o símbolo do PT de forma microscópica. Sim, na estrelinha do Pimentel tem um PT dentro.O mineiro é o único entre todos que assume bem de leve que é candidato do PT. Tião Viana(AC), que faz contrabando de haitianos para São Paulo, também esconde o partido a que está filiado e nem estrela coloca na sua logo. O mesmo acontece com Camilo(CE) e Rui (BA). 

Fica claro que a estratégia dos mensaleiros é esconder o partido do eleitor e apostar tudo no 13. De agora em diante, para manter informado o eleitor brasileiro, usaremos o seguinte slogan: 13 É CORRUPÇÃO, 13 É MENSALÃO.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Ex-diretor da Petrobras diz ter menos responsabilidade que Dilma na compra de Pasadena


Ildo Sauer contesta decisão do TCU e afirma que conselho tem responsabilidade na aquisição da refinaria
 

BRASÍLIA — O ex-diretor de gás e energia da Petrobras Ildo Sauer disse ao GLOBO ter menos responsabilidade na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, do que os integrantes do Conselho de Administração da empresa na época da aquisição, entre eles a presidente Dilma Rousseff. Sauer e outros ex-diretores foram incluídos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no rol de responsáveis pelo prejuízo, enquanto os conselheiros ficaram de fora.

— O conselho tem responsabilidades maiores, até pelo que diz o estatuto da Petrobras. A ele cabe privativamente tomar a decisão, e deve fiscalizar os diretores. Eu não indiquei nenhum diretor que conduziu isso. Não participei da condução do negócio. Cabia a mim analisar a documentação e se o negócio estava de acordo com o plano estratégico e a política de governança — disse Sauer.
Atualmente diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP), Sauer disse receber com “perplexidade” a inclusão de seu nome sem que tenha sido notificado ou ouvido previamente pelo TCU. Ressaltou que a negociação foi conduzida pela diretoria internacional, então comandada por Nestor Cerveró, teve a participação de outras áreas da companhia com a emissão de pareceres, mas que sua diretoria apenas participou da reunião da diretoria executiva em fevereiro de 2006 que referendou o acordo.
A Petrobras pagou, em duas parcelas, US$ 1,25 bilhão pela refinaria, que tinha sido comprada pela belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões em 2005. O TCU abriu uma tomada de contas especial para debater a necessidade de ressarcimento de US$ 792,3 milhões pelo prejuízo. Além de Sauer e Cerveró, foram responsabilizados o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, o ex-diretor Paulo Roberto Costa, além de funcionários da companhia. Os conselheiros foram excluídos porque os ministros do TCU concordaram com o argumento de Dilma sobre a fragilidade do resumo executivo, que omitiu cláusulas de compra pela Petrobras da segunda metade da refinaria.


 

Mercado calcula em 60% probabilidade de Aécio ser o novo presidente do Brasil


A MCM Consultores passou a atribuir uma probabilidade de 60% de derrota de Dilma Rousseff na eleição presidencial em outubro. Desde abril, a consultoria trabalhava com um cenário de probabilidade equivalente à reeleição e à vitória da oposição. Em relatório distribuído na quarta-feira, 23, os analistas da MCM rebaixaram as chances da presidente e agora trabalham com uma probabilidade de 60%-40% contra a reeleição.

A consultoria é a segunda instituição financeira a divulgar relatório a clientes apostando publicamente na derrota da presidente Dilma nas eleições presidenciais. A primeira instituição foi a corretora japonesa Nomura Securities, que na quarta-feira, após a pesuisa Ibope/Estadão, aumentou a probabilidade de vitória do candidato tucano Aécio Neves para 70%. No dia 11 de junho, a Nomura Securities já havia atribuído uma probabilidade de 60% de vitória do tucano num segundo turno da eleição presidencial.

“Não estamos declarando taxativamente, é bom esclarecer, que a presidente Dilma não se reelegerá. Longe disso. É muito cedo. A campanha ainda nem começou efetivamente”, escreveram os analistas da MCM na nota enviada a clientes ontem. “Contudo, a nosso juízo, já existem elementos suficientes para atribuir mais probabilidade de vitória à oposição do que à candidatura governista.”

Segundo a MCM, as últimas pesquisas Datafolha e Ibope representaram um ponto de virada (“turning point”) para o novo cenário, agora desfavorável à reeleição. “Ambas mostraram continuidade na tendência de encurtamento da vantagem de Dilma frente a Aécio Neves e Eduardo Campos no segundo turno e aumento da diferença entre a rejeição à presidente e aos candidatos de oposição”, afirmaram os analistas.

Além das pesquisas, destacou a MCM, a mudança de cenário também levou em conta a piora do quadro econômico, “sintetizado pelo resultado decepcionante do último Caged (abertura de apenas 25 mil vagas de trabalho em junho), os sinais de forte rejeição ao PT no Sudeste – de maneira mais acentuada em São Paulo -, e a baixa competitividade das candidaturas petistas nos estados mais importantes do país, excetuando-se Minas Gerais, onde Fernando Pimentel lidera as pesquisas”.

Segundo a MCM, os fatores que beneficiam a candidatura Dilma não desapareceram, entre os quais mais tempo de propaganda no rádio e na televisão, forte apoio entre os eleitores mais pobres, possibilidade de explorar no horário eleitoral gratuito os programas federais voltados principalmente aos eleitores de baixa renda e o apoio do ex-presidente Lula.

“Considerando a evolução do quadro econômico e político e suas perspectivas futuras, avaliamos que, neste momento, os elementos favoráveis à presidente Dilma são insuficientes para atribuirmos à reeleição maior probabilidade de sucesso do que de fracasso”, escreveram os analistas da consultoria. (Estadão)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Despenca a avaliação do governo Dilma pelos brasileiros


A nova pesquisa Ibope/Estado/TV Globo revela: a nota média dada pelo eleitor brasileiro ao governo Dilma Rousseff é de 5,4 (mais de dois pontos abaixo da que Lula teve em junho de 2010, quando recebeu nota 7,8 dos entrevistados pelo instituto). Segundo o jornal “Estado de S.Paulo”, a diferença entre o humor do brasileiro em relação ao governo federal hoje e naquela época é grande. Se há quatro anos 72% dos brasileiros achavam que seu poder de compra e o das pessoas ao seu redor havia melhorado nos dois anos anteriores, agora apenas 42% acham o mesmo. A situação é parecida em relação às oportunidades de emprego: 56% haviam dito que elas haviam avançado em 2010, contra 36% atualmente.
O problema não se concentra apenas na esfera econômica, mas atinge também a avaliação por parte do eleitorado em relação aos serviços públicos. A queixa da população em relação ao atendimento oferecido pelo poder público em geral foi destaque nas manifestações que se espalharam pelo País em junho de 2013. Hoje, só um em cada quatro brasileiros acha que a educação pública melhorou nos últimos anos, metade do que havia respondido o mesmo em 2010. A avaliação crítica é ainda mais intensa em relação à saúde: 16% dizem que ela está melhor hoje, contra 37% no último ano do governo Lula. Há discrepância também em relação à segurança pública: o porcentual de entrevistados que percebia avanço caiu de 30% para 18%.

Brasil da Dilma e do PT fica em 79º no IDH. Em 2002, país ocupava 73ª lugar


Diante de tantas comparações que o PT e a Dilma costumam fazer, eles fogem do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), como o diabo da cruz. O IDH publica um ranking mundial, anualmente. Acabam de sair os números de 2013 e o Brasil patinou de novo, subindo apenas uma posição em relação a 2012. Está em 79º lugar, perdendo para países latino-americanos como Chile, Uruguai, Argentina e até mesmo Cuba, onde a Dilma enfiou bilhões de dólares em empréstimos secretos. Também estão à frente do Brasil, na América Latina e no Caribe, Barbados (59º, nota 0,776), Antígua e Barbuda (61º, nota 0,774), Trinidad e Tobago (64º, nota 0,766), Panamá (65º, nota 0,765), Venezuela (67º, nota 0,764), Costa Rica (68º, nota 0,763), México (71º, nota 0,756) e São Cristóvão e Nevis (73º, nota 0,750) também registraram IDH mais alto que o Brasil. Em 2002, último ano do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil ocupava o 73º lugar, mesmo que naquele ano o PNUD tenha usado números defasados na educação básica, diferentes do IPEA. Desde 2002, quando o PT assumiu o poder, o Brasil caiu seis posições no IDH.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Lula está surpreso com alta rejeição ao PT, que ele esperava só em 2018


Em conversa recente com um aliado, Lula se disse surpreso com o grau de rejeição ao PT e reconheceu que a imagem do partido pode ter se desgastado antes do que previa. O ex-presidente esperava que o eleitorado acusasse a “fadiga de material” apenas na próxima corrida presidencial, em 2018. O sentimento, portanto, não comprometeria a reeleição de Dilma Rousseff. Com o novo diagnóstico, Lula entende que é preciso repensar o discurso para manter o petismo no poder. 
Pelo jeito Lula apostava que conseguiria mais uma vez enganar os brasileiros conduzindo o país para uma ditadura bolivariana. Mas a fadiga chegou!