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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Vaza o que seria o primeiro programa eleitoral de Campos

Vazou O Primeiro Programa Eleitoral da Campanha Eduardo-Marina, Que Iria AO AR dia 19 de agosto. E hum Programa Curto, Bem Feito e com UMA MENSAGEM Totalmente de Oposição AO fisiologismo do Governo Dilma Rousseff. Por ISSO, Chega Ser nojento ver Lula e SUA camarilha Querendo Roubar o Legado de Campos do Eleitor brasileiro.
Se alguem TEM Dúvida de Que Lado Campos Iria Estar, basta ver o vídeo!


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

As últimas palavras de Campos sobre Dilma

"Já em 2012, nas eleições de 2012, nós já enfrentamos o PT em várias cidades, inclusive no Recife. Quando a presidenta apoiou o Renan e o PMDB para Câmara, Renan para o Senado, o PSB já apoiou outros candidatos. Nós já vínhamos num processo de afastamento claro do governo. Por quê? Porque esse governo é o único governo que vai entregar o Brasil pior do que recebeu. Nós vamos estar pior na economia, pior na questão da violência, pior na logística, pior na relação externa com o resto do mundo."

"O que aconteceu é que aquilo que foi prometido, que o Brasil ia corrigir os erros e aprofundar as mudanças, não aconteceu. Tantas pessoas que votaram na Dilma e se frustraram, tantas pessoas que estão nos assistindo que viram agora um governo que valoriza no seu centro a velha política, um governo que deixou a inflação voltar, um governo que está fazendo derreter os empregos. Agora, o que o povo quer é alguém que dê solução a isso."
 
As declarações acima foram dadas por Eduardo Campos ao Jornal Nacional, na véspera do acidente que lhe tirou a vida. Fica clara a sua frontal e total oposição ao PT e ao governo Dilma. O campo de Campos era a oposição ao que aí está. O seu legado é este.  Que seja respeitado.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Brasileiro deve começar a sentir no bolso alta de preços logo após as eleições

Contas de energia, combustíveis, água e tarifas de ônibus devem começar a subir ainda este ano

Logo após o Brasil conhecer o presidente dos próximos quatro anos, é possível que os brasileiros já comecem a sentir no bolso a alta de preços que foi represada pelo governo federal desde 2013. O ajuste nas tarifas de serviços que têm preços regulados pela União (chamados preços administrados), como energia elétrica, combustíveis e transporte, já começou em 2014, mas o ritmo ainda está aquém do ideal. A avaliação de economistas é que pode haver correção até dezembro e, sobretudo, até o fim do próximo ano.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já sinalizou, por exemplo, que haverá reajuste em breve, ao falar que "todos os anos há correção do preço da gasolina, uns mais, outros menos, mas todos os anos tem correção". Para o mercado, ficou mais claro que o governo vai reajustar a gasolina até o fim do ano, mas somente após as eleições, quando não haverá mais risco eleitoral. As ações da Petrobras até subiram no rastro das declarações de Mantega. 
A última vez que houve reajuste de preços dos combustíveis foi em novembro do ano passado, quando a Petrobras foi autorizada a aumentar em 4% a gasolina e em 8% o diesel, nas refinarias. Desde 2013 o preço vem sendo segurado pelo governo para ajudar no controle da inflação, movimento que prejudicou as contas da estatal. Em doze meses até julho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já subiu 6,5%.
Boa parte do represamento que ocorreu em 2013 começou a ser diluído a partir de outubro do ano passado. A alta dos preços administrados, que desacelerou para 1,54% em 2013, já subiu para 4,63% em doze meses até julho, segundo um integrante da equipe econômica de Dilma. "O ajuste está ocorrendo. No caso de energia elétrica está claro que não há represamento. As tarifas estão subindo", destacou a fonte. Em julho, o custo da energia residencial subiu 4,52% somente em julho e 9,73% no ano. Até o final do ano, o BC, de acordo com a mesma fonte, espera um reajuste total de 14% da conta de luz. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Aumento da gasolina é “imprescindível”, segundo Petrobras

O diretor de Finanças e Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que o aumento dos combustíveis é “imprescindível” para que a empresa reduza seu endividamento.O executivo afirmou, porém, que não tem como prever quando isso ocorrerá e negou que a decisão esteja relacionada ao calendário oficial. O último reajuste foi autorizado em novembro de 2013. As informações são da FolhaPress.
 
De acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura, a defasagem atual no preço da gasolina é de 9,6% e do diesel, de 8,4%, em relação aos preços internacionais. Os preços externos trazem impacto à Petrobras porque a empresa importa combustíveis que vende para atender à demanda interna e também porque importa petróleo, já que o óleo produzido no Brasil não pode ser todo processado internamente, devido a questões técnicas das refinarias e do produto.
 
A palavra final sobre o reajuste dos combustíveis cabe ao conselho de administração da empresa, instância máxima de gestão da companhia. O conselho é formado por dez integrantes, dos quais sete são representantes governo, uma vez que a União é o principal acionista da companhia.
 
Os reajustes têm sido retidos devido ao impacto que trariam na inflação. Sem poder repassar a alta dos custos no mercado interno, a Petrobras é obrigada absorvê-los, o que tem trazido impacto negativo às suas finanças.
 
No primeiro semestre de 2014, a Petrobras lucrou R$ 10,4 bilhões, queda de 25% em relação aos primeiros seis meses de 2013, de 13,9 bilhões.
 
A dívida da Petrobras cresceu de R$ 221,6 bilhões para R$ 241,3 bilhões entre dezembro de 2013 e junho de 2014.
 
A empresa tem como metas de endividamento reduzir de 3,92 para 2,5 a relação entre dívida líquida e Ebitda (indicador de geração de caixa pela empresa), e de 40% para 35% a relação entre dívida líquida e dívida líquida somada ao patrimônio da empresa. Os dois indicadores são as principais medidas observadas pelo mercado para avaliar o quão endividada é uma empresa.
 
“Nós temos trabalhado ao longo dos trimestres, mostramos a evolução ao Conselho de Administração, e essa evolução depende de variáveis. Continuamos a meta de alinhar os preços domésticos aos internacionais e fornecido outras variáveis. Data eu não tenho”, disse Barbassa.
 
Ao negar que o reajuste dependa do calendário eleitoral, Barbassa disse que as variáveis monitoradas são câmbio, cotação internacional de óleo e volume interno de produção.
 
Demissão voluntária
 
O Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário da Petrobras (PIDV) demitiu 3.102 até junho deste ano. Lançado em janeiro, o programa teve 8.289 inscritos. A ideia da estatal é desligar 55% do total dos inscritos até o final deste ano e os demais, em 2015.
 
Para dar conta de pagar todas as indenizações, a estatal fez uma provisão de R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre, o que impactou no lucro da companhia no período.
 
O programa oferece indenizações de R$ 180 mil a R$ 600 mil (conforme a faixa salarial) a funcionários com mais de 55 anos completados até a data e habilitados a pedir aposentadoria pelo INSS.

"Sou o candidato que vai derrotar o PT. Eles têm medo de mim!" - diz Aécio sobre baixarias na internet


Aécio Neves (PSDB), interpelado sobre os recentes ataques a jornalistas pelo PT e sobre o baixo nível na internet, afirmou que é a maior vítima de mentiras e calúnias porque " eu sou o candidato que vai derrotar o PT. Eles têm medo de mim.". Citou vários casos em que os ataques saem de órgãos públicos, como prefeituras do PT, Eletrobras, Serpro e agora Palácio do Planalto. Segundo Aécio, felizmente estas calúnias circulam muito mais entre a militância petista e não atingem o eleitor comum. Sobre os ataques aos jornalistas Carlos Alberto Sardemberg e Miriam Leitão, da Globo, Aécio disse que isso e resultado da " falta de firmeza da Presidente da República", que faz com que dentro do Palácio do Planalto as pessoas se achem livres e protegidas para assassinar reputações. E prometeu fazer, "contra a internet do mal, a internet do bem".

sábado, 9 de agosto de 2014

Crime contra jornalistas cometido no Palácio do Planalto: Quando a prova da inocência também é a prova da culpa

É engraçado que, imediatamente após a denúncia, o Palácio do Planalto já tinha uma explicação para tentar livrar a cara no crime de calúnia cometido contra os jornalistas da Globo, Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardemberg, que tiveram seus perfis alterados na Wikipedia a partir de computadores do Governo Federal. Segundo nota oficial do Planalto, " o dado técnico que dificulta a identificação de quem fez as modificações na Wikipédia é o fato de elas terem sido realizadas por um número de rede de internet do Palácio que também funciona para a rede wifi. Ou seja, qualquer pessoa, mesmo que estivesse em visita ao Palácio do Planalto, poderia, em tese, ter realizado as alterações." 

Isto soa como a orientação que foi dada ao criminoso, tipo assim: "faça isso usando este IP, que se houver problema, nós podemos colocar a culpa até mesmo nos jornalistas que cobrem a Presidência da República." A suposta prova de inocência cheira a mais um indício de que a prática, já denunciada anteriormente, é institucionalizada dentro da Presidência da República. Ali existem contratados para assassinar reputações de políticos adversários e até mesmo jornalistas, assim como existem outros encarregados de fraudar CPIs. Esta é a verdade.

A propósito, o Jornal Nacional deu destaque ao caso, na noite de ontem, mostrando que, ao contrário do que afirma GilbertoCoveiro Carvalho, é possível, sim, identificar o autor do crime. Basta querer. É óbvio que Dilma Rousseff, a responsável maior pelo que acontece no Palácio do Planalto, não vai mexer um dedo para isto. A não ser para varrer mais esta sujeira para debaixo do tapete.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Aécio desiste de pedir licença ao Senado e dispensa salário

Aécio Neves vai continuar no cargo reforçando a bancada de oposição. Ele anunciou, porém, que abrirá mão dos vencimentos nos meses de campanha

 Depois de anunciar que tiraria uma licença para se dedicar à campanha a presidente da República, o senador Aécio Neves (PSDB) decidiu permanecer no cargo e garantir a possibilidade de usar a tribuna para discursos políticos. O candidato garantiu ainda que vai devolver os salários de julho a outubro – período da campanha. Um senador ganha mensalmente R$ 26,7 mil e a devolução é feita à União por meio de uma guia de recolhimento, paga em qualquer banco. Pelas regras do Senado, os parlamentares têm a prerrogativa de tirar licença para tratamento de saúde ou “fins particulares”. Quando o afastamento é superior a 120 dias o suplente é convocado.
Aliados pressionaram Aécio Neves para manter o mandato porque consideram que isso lhe dá liberdade de ocupar o plenário se for alvo de ataques de governistas. Apesar de o Congresso funcionar no chamado “recesso branco” até as eleições, as sessões sem votações ocorrem diariamente quando há quórum – o que significa a abertura da tribuna para discursos dos parlamentares. Outro ponto que pesou na decisão é que o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – candidato a vice-presidente na chapa do mineiro – poderia ser forçado a adotar o mesmo procedimento, o que enfraqueceria a oposição no Senado.

Marketing

Aécio, que participou nessa terça-feira com o candidato tucano ao governo do Distrito Federal, Luiz Pitiman, de uma reunião com diretores da Associação Médica de Brasília, aproveitou para fazer mais críticas ao governo Dilma. Ele afirmou que, caso seja eleito, seus ministros não atuarão como “marqueteiros” do governo e criticou ações da equipe de Dilma Rousseff (PT), que disse serem baseadas em “marketing” e na “superficialidade”. “O meu governo não estará preocupado com marcas ou slogans. Meu governo não terá os ministros mais importantes atuando como marqueteiros. O que eu quero é resultado”, disse o tucano, que participou ontem de uma reunião com diretores da Associação Médica de Brasília.

No encontro, Aécio Neves defendeu que o Brasil precisa “resgatar a dignidade”, o que só será possível com o respeito aos profissionais da área de saúde. Para isso, prometeu criar uma carreira nacional de médicos – uma das reivindicações da categoria – e construir 500 centros de atendimento especializado. A proposta tucana é que o paciente da rede pública já saia do local com encaminhamento para exames e remédios.

Aécio afirmou ainda que, em seu governo, as políticas de saúde serão debatidas com os profissionais da área, que ficarão responsáveis pela execução das políticas públicas. Em relação ao programa Mais médicos, lançado pelo governo Dilma Rousseff, o candidato afirmou que se trata apenas de uma “solução lateral”, embora esteja sendo tratada como “central” para o problema da saúde pública no país.

O tucano argumentou que o Brasil precisa de mais profissionais, mas que é preciso mais diálogo entre os gestores e as entidades representativas dos médicos. “Claro que queremos mais médicos, mas queremos mais que isso. Queremos mais saúde, mais responsabilidade, mais solidariedade e, sobretudo, mais diálogo com as entidades que representam os agentes públicos de saúde em todas as suas manifestações”, argumentou.

Questionado sobre a vinda de médicos cubanos para o Brasil, Aécio afirmou que eles não serão “discriminados” em termos salariais. Os profissionais da ilha têm um vencimento inferior ao dos demais participantes do programa. Os contratos com o governo brasileiro têm duração de três anos e, segundo o senador, depois desse período não será mais necessária a vinda de estrangeiros, pois, “ao longo do tempo, nossas políticas e ações permitirão que as vagas sejam ocupadas por brasileiros”.

Ferrovias

Infraestrutura foi outro tema debatido com os médicos do Distrito Federal. Depois de anunciar a criação de um ministério específico para tratar do setor, Aécio garantiu ontem que as hidrovias e ferrovias serão prioritárias em seu governo. O tucano aproveitou para criticar sua principal adversária, que disputa a reeleição. Segundo ele, as ações de Dilma para as ferrovias não avançaram o suficiente para atrair investimentos privados. Ele também criticou as obras paradas no país e destacou a necessidade de marcos regulatórios e segurança jurídica para o setor.