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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Datafolha mostra empate técnico no segundo turno entre Aécio e Dilma


Pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha nesta quinta-feira (17/7) indicou empate técnico no segundo turno da eleição presidencial entre o candidato da coligação Muda Brasil, Aécio Neves, e a presidente Dilma Rousseff, candidata pelo PT. O resultado consolida a tendência de crescimento de Aécio nas últimas pesquisas.
A intenção de votos de Aécio no segundo turno subiu para 40%, ante 39% registrados na pesquisa divulgada em 3 de julho, enquanto Dilma recuou de 46% para 44%, de acordo com o levantamento encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
No primeiro turno, Aécio manteve o mesmo percentual da pesquisa anterior, de 20%. Dilma recuou de 38%, no levantamento anterior, para 36%.
“É mais uma pesquisa que aponta na direção de que teremos segundo turno. Quanto mais ando pelo Brasil me convenço de que o sentimento de mudança prevalecerá. É hora de trabalharmos e apresentarmos nossas propostas para que os brasileiros tomem a melhor decisão”, declarou Aécio.
Os entrevistados também responderam sobre o desempenho do governo federal. A avaliação de ótimo e bom caiu de 35%, na primeira semana de julho, para 32%, agora. Entre os que acham o governo atual ruim e péssimo, houve um crescimento de 26% para 29%. O percentual de eleitores que consideram o governo regular se manteve em 38%.
O Datafolha ouviu 5.377 pessoas entre os dias 15 e 16 de julho. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dilma se desvincula de site de Franklin Martins

 

Irritada com a publicação do post que atacava a CBF após a vexatória eliminação do Brasil na Copa do Mundo, a presidente Dilma Rousseff pediu que o site Muda Mais fosse "desvinculado" como um dos sites do comitê de sua campanha à reeleição. A determinação que atinge o site, comandado pelo ex-ministro de Lula Franklin Martins, foi transmitida na semana passada a coordenadores da campanha. A informação foi confirmada por seis pessoas diretamente ligadas ao comitê e ao Planalto. As informações são da Folha de S. Paulo.

Segundo a Folha apurou, o governo quer evitar que o "tom de enfrentamento" do Muda Mais, uma das marcas do site, possa gerar ações na Justiça Eleitoral contra a candidatura petista. Inicialmente, a equipe de Dilma registrou dois sites para a campanha de reeleição.
 
Para coordenadores, Martins perdeu força na campanha e enfrenta críticas de coordenadores do comitê pelo estilo considerado combativo. Ele defende uma estratégia de enfrentamento'' durante a disputa eleitoral. A presidente, demais ministros e o marqueteiro João Santana discordam da linha.

Martins e Dilma conversaram no final de semana. Integrantes do comitê dizem que não há divergência entre os dois. A Secretaria de Comunicação do Planalto informou que não se pronuncia sobre temas de campanha.

O legado imaginário da Copa




O Brasil gastou US$ 40 bilhões na Copa. Só são visíveis os estádios padrão Fifa, quase todos condenados a transformar-se em elefantes brancos. As obras de infraestrutura são quase nulas. Veja o comentário de Augusto Nunes.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

O devaneio de Dilma

Na luta deseperada para se reeleger, Dilma Roussef, que já ficou famosa pelos discursos vazios e verdadeiras "pérolas" sem sentido algum, também se especializou em ver um Brasil de ficção, que só ela vê. E, deslumbrada, ela afirma que o pove "tem" que lhe dar um segundo mandato... confira o artigo de Reinaldo Azevedo.


 Entrevista de Dilma à Al Jazeera pode indicar um princípio de rompimento da presidente com a realidade. Preocupante!

O povo brasileiro ainda nem se refez do maior vexame em cem anos do futebol brasileiro, e eis que ressurge Dilma Rousseff, no noticiário, a dar uma opinião: segundo ela mesma, o povo brasileiro deveria lhe dar um segundo mandato. A afirmação foi feita em entrevista à TV Al Jazeera, do Catar, aquela emissora que pertence a um tirano influente e que costuma sair por aí insuflando revoltas árabes — menos no Catar, é claro, que, de resto, financia extremistas mundo afora. Mas sigamos.
Disse a governanta: “Eu acredito que o povo brasileiro deve me dar oportunidade de um novo período de governo pelo fato de que nós fazemos parte de um projeto que transformou o Brasil”. E prosseguiu: “O Brasil tinha 54% de sua população entre pobres e miseráveis em 2002. Hoje, todos aqueles que vivem na classe C para cima representam 75%, três em cada quatro brasileiros. Nós transformamos a vida dessas pessoas. O Brasil mudou de perfil e foi feito isso com a democracia vigente”.
Por esse especioso raciocínio de Dilma, o Plano Real, por exemplo, que pôs fim à hiperinflação não mudou o Brasil — o mesmo Plano Real contra o qual o PT lutou bravamente. Mais do que isso: recorreu ao Supremo contra ele e também contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quanto a essa tal classe C, já passou da hora de desmistificar essa falácia.
O oficialismo inventou a tal nova classe média. Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 724) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre R$ 640 e R$ 1.020). Contem-me aqui, leitores, como vive e onde mora que tem renda per capita de R$ 640! O aluguel de um único cômodo na periferia mais precária não sai por menos de R$ 250… Segundo a SAE, renda per capita acima de R$ 1.020 já define classe alta. Na minha casa, somos da classe alta os que aqui moramos e a nossa empregada, além de todos os porteiros do prédio.
Desde que chegou ao poder, o PT vem se dedicando, já escrevi aqui, com a preciosa colaboração teórica dos chamados “economistas da pobreza”, a criar a classe média por decreto e a erradicar a miséria por decreto. Dilma está a um passo de declarar o Brasil um país “sem miseráveis”. Está por um triz. E como isso foi feito? Inventou-se a existência de milhões de pessoas que estariam na “pobreza extrema”, as famílias com renda per capita de até R$ 70 mensais — R$ 2,33 por dia. Caso se faça um levantamento a sério, vai-se constatar que essas pessoas até podem existir no campo (e olhem lá!) — na cidade, não! Na zona rural, acabam sobrevivendo porque, ainda que precariamente, produzem parte do que comem. Nas cidades, fazendo bico aqui e ali, a renda é maior do que isso. Muito maior! Mesmo a daqueles oficialmente listados entre os extremamente miseráveis. Os pobres desgraçados do crack, que já estão sem casa, sem calçado, quase sem roupa, têm renda superior a R$ 2,33 por dia. Sabem por quê? Cada pedra custa de R$ 5 a R$ 10! O que estou dizendo é que existe uma economia informal que eleva essa renda. A propósito: se formos considerar o número de pedras consumidas nas cracolândias da vida e o que isso significa em termos de renda, vamos concluir que aquela gente que vaga como zumbi pelas ruas compõe a classe média alta, segundo o oficialismo. É uma piada!
Maluquice
A presidente entrou numa espécie de surto megalômano. Ela reconhece as dificuldades econômicas do país e afirma: “Temos tomado todas as medidas para entrar em um novo ciclo. Temos que melhorar a produtividade da economia brasileira. Nós estamos numa fase de baixa de ciclo econômico, mas sabemos que vamos entrar em outra fase do ciclo. Estamos nos preparando para melhorar a competitividade do país, aumentar as condições pelas quais nós vamos poder enfrentar essa nova etapa. Se não entrar para o resto do mundo [fase econômica], eu lhe asseguro que entra para o Brasil”.
Heeeinnn?
A presidente inventou o Brasil como uma ilha. Há uma boa possibilidade de o país crescer menos de 1% neste 2014, e a nossa soberana, ora vejam, diz que, se o resto do mundo não seguir o nosso país, iremos sozinhos. É patético!
Como se fosse uma candidata da oposição, afirma: “O Brasil é um país que tem demorado muito para modernizar seu Estado. Nós precisamos de um pais sem burocracia, de um Estado mais amigável tanto para os cidadãos quanto para os empresários, empreendedores e trabalhadores”.
É mesmo? O PT está no poder há 12 anos. A última iniciativa da soberana para modernizar o estado foi fazer um decreto que entrega a gestão da coisa pública a conselhos populares. Tenham paciência!
Por Reinaldo Azevedohttp://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/entrevista-de-dilma-a-al-jazeera-pode-indicar-um-principio-de-rompimento-da-presidente-com-a-realidade-preocupante/

terça-feira, 15 de julho de 2014

Muito tempo na TV ajuda ou atrapalha o candidato a presidente?


O tempo das coligações políticas no horário gratuito no rádio e na tv é disputado a tapa pelos partidos. Um minuto a mais conquistado, agregando este ou aquele partido na coligação, é um minuto a menos para os adversários.
Porém, ter muito tempo na TV e no Rádio não significa exatamente algo positivo. Muitas vezes o excesso de tempo mais atrapalha do que ajuda. A produção é mais complexa, é preciso ter muitos argumentos para colocar no programa, e corre-se o risco de uma boa parte do programa ser preenchido com musiquinhas e la-la-la-la pra encher linguiça.
A coligação “Com A Força do Povo”, que tem Dilma Rousseff como candidata, é  formada por 8 partidos, terá 11 minutos e 48 segundos nos programas eleitorais.

Já a chapa “Muda Brasil”, do tucano Aécio Neves, ficou com 4 minutos e 31 segundos.
Eduardo Campos, da Coligação “Unidos pelo Brasil”, terá apenas 1 minuto e 49 segundos.
O candidato do PSC, Pastor Everaldo, que aparece com 4% nas pesquisas, terá 1 minuto e 8 segundos.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Copa deixa legado menor e mais caro do que o prometido


Reportagem do jornal Estado de S.Paulo mostra que a Copa do Mundo deixa um legado para o Brasil na área de infraestrutura muito menor do que o que foi prometido pelo governo há quatro anos, e a um custo mais alto. De acordo com o jornal, o governo federal anunciou que a competição atrairia investimentos de R$ 23,5 bilhões em 83 projetos de mobilidade urbana, estádios, aeroportos e portos. Balanço feito pelo “Estadão” revela, entretanto, que parte das obras prometidas ficou no caminho e só 71 projetos foram mantidos na lista. Levantamento realizado por repórteres do jornal nas 12 cidades-sede revela que as obras entregues para a Copa e as inacabadas somam R$ 29,2 bilhões – mesmo tendo sido substituídos em várias cidades projetos mais ambiciosos, como trens e monotrilhos, por modestos corredores de ônibus. Ou seja, o País gastou mais para fazer menos e com menor qualidade.

domingo, 13 de julho de 2014

Presidente Dilma é vaiada no Maracanã

Pelo menos em dois momentos a presidente Dilma Rousseff foi bastante vaiada nesse domingo no Maracanã. Na primeira vez, logo ao terminar o jogo em que a Alemanha venceu a Argentina, a imagem da presidente apareceu no telão foi vaiada. Pouco depois determinar a partida, quando o técnico argentino Alejandro Sabella a cumprimentou na tribuna as manifestações subiram de volume e também teve início o mesmo xingamento que ocorreu em São Paulo, na festa de abertura, dia 12 de junho.
As vaias se repetiram quando a delegação alemã foi cumprimentada também pela presidente, protocolarmente,  mas aí as imagens apareceram menos vezes no telão. A transmissão oficial tambémd eixou de mostrar a invasão de um torcedor ao gramado, seminu, que tentou agararrar jogadores alemães.